Há alguns dias conversava com uma amiga e ela me dispara uma assim: "as mulheres não são como os homens. Homem pensa mais em sexo, mulher é mais contida". Respondi que ambos sentem o mesmo desejo sexual. "Sim", rebateu, "não estou falando de desejo, mas do comportamento".
De educação é que ela está falando. Homens e mulheres, argumentei, foram ensinados a agir de forma bastante diferente quando o assunto é sexo. Desde cedo os meninos são estimulados a expressar sua sexualidade, enquanto, nas meninas, manifestações da sexualidade são sempre combatidas. Crescem e amadurecem assim, reprimidas. Chegam à idade adulta achando que são diferentes, talvez mais puras, naturalmente recatadas. Aquelas que fogem ao padrão são rapidamente taxadas de "biscates" e "vagabundas", pelos homens e pelas próprias mulheres, que perpetuam o ciclo ao educar seus filhos e filhas.
O sexo deveria ser tratado de forma mais natural, a fim de evitar distorções como essas. Não sei como fazer, mas estou certo de que uma mente mais aberta, menos preconceito e alguma boa vontade poderiam ajudar.
A conversa terminou e ela não conseguiu entender que suas idéias, tão arraigadas que estão, foram-lhe plantadas. Fica pra próxima geração!
Olha, eu tenho um sério problema em emitir opinião aqui porque já me falaram que eu priorizo muito o sexo (comentam até que sou ninfomaniáco). Entretanto, partindo do princípio do gênero da espécie humana, acho muito louvável esse novo ser feminimo que surgiu (sei lá quando), questionando, agindo, lutando e vencendo. Parto da premissa também que a mulher é quem domina o sexo oposto. Sem ser vulgar, mas já sendo, o macho não resiste à uma boa mulher e todas as possibilidades de uma transa com ela. Basta a fêmea conhecer esse seu poder dominador para colocar o machão aos seus pés!
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